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 Como reduzir minha dívida transformou minha vida.

Meu nome é Guilherme Rangel e esta é a história de como um problema que eu enfrentei e resolvi pode ajudar você a resolver os seus.

Tudo começou na longínqua e ensolarada Dubai – a cidade de exageros, projetos ambiciosos e construções megalomaníacas – onde morei por 11 anos. Quando cheguei em meados de 2005 para trabalhar como diretor de criação de uma grande agência de  propaganda, não imaginava que iria passar mais do que um ano ou dois por lá.

Mas os anos foram passando e percebi que Dubai havia se tornado algo: aquele lugar tão exótico e distante havia se tornado meu lar.

Como eu estava lá com a minha família e a nossa estadia parecia não ter data para acabar, decidi que era o momento de fincar raízes e criar um porto seguro: era a hora de comprar uma casa.

O que era difícil, porque a economia de Dubai estava em alta e, por conta disso, os preços dos imóveis aumentando rapidamente mês a mês e a casa que queríamos ficava mais cara – e longe do meu alcance.

Mas eu comprei.

Bom, na verdade me apertei para pagar a entrada e fiz um financiamento imobiliário, como quase todo mundo.

Parecia ser um ótimo negócio: o imóvel valorizou 40% nos primeiros meses. A prestação estava alta, mas eu estava confiante de que tinha feito a coisa certa.

Foi aí que a crise de 2008 atingiu Dubai. A economia parou e os preços dos imóveis despencaram.

O que parecia um dos melhores negócios de todos os tempos se transformou na famosa “batata quente”: poucos meses após o início da crise, minha casa valia menos da metade do valor original.

E, de repente, dois anos se passaram e eu só vendo meu dinheiro ir embora na forma de prestações altíssimas, pagando uma dívida cara e sem perspectiva de recuperar meu investimento.

Assim que a economia começou a dar sinais de vida e os negócios voltaram a prosperar, cada vez mais bancos ofereciam taxas de juros mais baixas para tentar atrair novos clientes – taxas bem mais baixas do que eu pagava na minha dívida.

Comentei isso com um amigo que trabalhava em um banco da região. Na hora ele me perguntou se eu queria colocar uma equipe para cuidar do meu caso.

Topei na hora.

Mas, mais uma vez, o que parecia uma solução tornou-se um problema. O processo de transferência da minha dívida de um banco para o outro foi longo, complicado e cansativo. Minha paciência foi testada inúmeras vezes e eu cheguei quase a desistir.

Finalmente, minha insistência valeu a pena: assim que minha dívida mudou de banco, eu passei a pagar 30% a menos (é isso mesmo, 30%) nas minhas parcelas mensais, o que significava uma pequena fortuna economizada no final da dívida.

Aquele peso que me oprimia, que parecia ter se tornado parte da minha vida desapareceu. A sensação de alívio e de vitória é difícil descrever em palavras: eu tinha retomado o controle da minha vida financeira.

Pouco tempo depois, numa viagem para o Brasil, matar as saudades da família e do pão de queijo tupiniquim, comentei com um amigo minha saga para transferir minha dívida.

Às vezes é difícil explicar como certas coisas se alinham, mas o que ele falou logo depois iria mudar a minha história e pode, um dia, mudar a vida de muitos brasileiros.

Ele disse: “Gui, eu li recentemente que o Banco Central do Brasil publicou uma resolução para encorajar esse tipo de transação que você fez. Ela é chamada de Portabilidade de Crédito e foi desenhada para tornar mais fácil mudar uma dívida de um banco para o outro que oferece condições melhores de pagamento. É para ser tão fácil quanto mudar a sua operadora de telefonia”.

Foi nesse momento que me veio o clique, aquilo que os livros de história descrevem que aconteceu com o filósofo grego Arquimedes quando fez uma grande descoberta e gritou “Eureka!!!”.

Só que, em vez de Eureka, eu pensei: vou usar o poder da tecnologia para ajudar o brasileiro a fazer o que eu fiz, reduzir o custo das dívidas de uma maneira muito mais fácil, rápida e transparente, por meio da Portabilidade de Crédito.

Dizem que a melhor razão para criar uma empresa é tentar achar uma cura para uma dor que você sentiu.

O que aconteceu depois e como essa ideia se transformou em uma startup que vai mudar a maneira com que os brasileiros é assunto para o próximo post.

Enquanto ele não chega, que tal dar uma olhada no nosso site e ver em primeira mão o que a Portfy pode fazer por você? Pode ter certeza que vamos fazer de tudo para que você não precise passar pelo que passei para pagar menos pela sua dívida.

www.portfy.com.br

#VamosPortfar

 


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